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Como Fazer Marketing Para Idosos?


4 Indicadores De Que Sua Organização Está Bem Nas Redes sociais


Há quatro anos, a técnica de pós-criação Deborah Ruiz cansou de ver de perto anúncios irritantes pulando na tela do teu computador a todo o momento quando acessava a internet - diversas vezes, os pop-ups estavam acompanhados de vírus e malwares. Pouco tempo antes, em 2011, o desenvolvedor Wladimir Palant havia popularizado o teu mais famoso produto, uma extensão para navegadores que prometia reduzir todas as propagandas indesejadas da frente do usuário. Foi exatamente esse o programa usado por Deborah pra diminuir todas as propagandas indesejadas e que, hoje, se tornou aflição de cabeça para publicitários e varejistas.


O AdBlock, que é o nome dado à extensão mais conhecida pra bloquear publicidade nas páginas, é uma invenção de Palant e foi elaborado em 2006. mais disto aqui só começou a tomar grandes proporções nos últimos anos. Clique neste website por heavy users de internet - como desenvolvedores, como por exemplo -, ele está cada vez mais presente no dia a dia dos internautas. Uma procura praticada na PageFair próximo à Adobe em 2015 contou que o uso deste tipo de ferramenta aumentou 41% entre 2014 e 2015 no mundo todo.


Até junho daquele ano, em torno de 198 milhões de pessoas bloqueavam anúncios online mensalmente. EUA e Europa lideraram o crescimento - 48% e 35%, respectivamente. 21,oito bilhões é o valor estimado da perda de receita de publicidade com a popularização de adblockers, que são as extensões pra navegadores de internet capazes de esconder anúncios publicitários em definida página.


dê uma espiada neste web-site , no entanto, a prática de cortar propaganda digital ainda é incipiente. Segundo relatório do Instituto Reuters e do Centro de Jornalismo da Universidade de Oxford, apenas 21% dos brasileiros residentes em grandes centros urbanos utilizam adblockers - porém o número por ventura necessita ser superior se consideradas novas cidades do país.


Agora uma outra pesquisa conduzida pelo IVC (Instituto Verificador de Comunicação), em agosto do ano passado, indicou uma quantidade ainda pequeno: 18% dos internautas no Brasil tinham essa ferramenta instalada. Recomendada Navegação tudo isso tem a acompanhar com e-commerce, apesar de tudo? “Talvez o e-commerce seja até mais impactado por adblockers, dado que eles bloqueiam mais particularmente banners em sites (seja no desktop ou no mobile)”, declarou Michel Lent, fundador da agência de publicidade Lent/ AG.


Segundo ele, todavia, no mercado nacional o reflexo econômico gerado pelos bloqueadores ainda não assusta. “Não vejo recursos além de um eventual aumento no custo de conversão”, opinou. O maior estímulo de publicitários e varejistas, contudo, não é driblar o nascimento dessa ferramenta - qualquer coisa irrefreável a esta altura -, contudo compreender o comportamento do freguês e modificar a mentalidade na hora de construir campanhas. “Eu nunca fui atrás ou Acesse em banner publicitário”, descreveu Deborah.


“Sempre que aspiro alguma coisa, eu passo meses pesquisando preços e esperando boas oportunidades. Estes banners nunca me trouxeram condições ideais de compra”, revelou. Navegue para este site não está sozinha. Um levantamento feito pelo IAB (Interactive Advertising Bureau), em 2016, revelou os principais motivos pelos quais um internauta opta por instalar um adblocker.

  1. 1971[editar | editar código-referência]
  2. Definir plataformas, práticas e ações
  3. Pra perceber a respeito do mercado em que você entrará
  4. Comprovante de endereço da organização
  5. As mídias que você vai optar por usar,

A razão mais argumentada foi a impressão de que, sem os anúncios, a navegação fluía bem mais mais rápido - filmes muito longos, publicidade aberta automaticamente pela página e propagandas que travam tema são os tipos de anúncios mais odiados. “O usuário se sente incomodado, percebe que estes anúncios gastam a bateria do teu pc e do celular.


Na visão dele, o adblocking (feito de bloquear propagandas pela web) veio para ‘salvar’ o consumidor”, resumiu Cris Camargo, diretora executiva do IAB Brasil. Segundo ela, as bases da atual publicidade online estão fundamentadas no paradigma impresso, constituído, principalmente, por banners (e, no caso da web, mídia programática). Esse é um dos principais entraves para tomar o freguês.


“O varejista está acostumado a obter um volume de banners e não se preocupa com o tema. Aí, ele começa a olhar que a taxa de conversão não é a mesma”, declarou. “Os lojistas terão de apreender esse episódio e localizar outros meios de publicar. aqui adblocking como um marco para a publicidade, pra pensarmos em recentes formas de propaganda”, concluiu. Nem sequer tudo, todavia, está perdido. clique aqui para mais informações de um episódio difícil pra publicitários e lojistas, a popularização dos bloqueadores abre caminhos pra apreender o consumidor online e, a partir daí, desenvolver alternativas aos agora ultrapassados banners e mídia programática.

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